Ele é Pai e por isto tratou da solidão do homem: “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea”. Gn. 2:18
Colunas que sustentam um casamento são:
1. A Coluna da Maturidade “O Deixar” - “Portanto deixa o homem pai e sua mãe...”. Gn 2:24a.
Deixar pai e mãe » abandonar, renunciar. Ao se casarem os cônjuges devem deixar a casa dos pais tanto fisicamente, quanto psicologicamente. Eles podem ser no máximo, conselheiros, quando solicitados, e estarem orando sempre por seus filhos.
Os cônjuges precisam crescer em maturidade, nas áreas:
Emocional - Maturidade emocional para dirigir sua família em todos os sentidos.
Geográfica - Deixar a casa paterna e ter a sua própria casa. Não morar juntos com os pais.
Financeira - Não depender dos pais, enrolando-os com suas dívidas.
Geográfica - Deixar a casa paterna e ter a sua própria casa. Não morar juntos com os pais.
Financeira - Não depender dos pais, enrolando-os com suas dívidas.
2. A Coluna da Unidade Conjugal “Unir” = aderir ao outro."...unir-se-á a sua mulher...” Gn.2:24b.
O casamento os torna uma união espiritual, mental, emocional e física. Nada deve separar um casal que foi unido pelo Senhor, é como a água de dois rios que depois de juntas, ninguém pode separar. “Portanto o que Deus ajuntou, não separe o homem”. Mc. 10:9.
3. A Coluna da Complementação Conjugal “Sendo Um”- "Tornando-se os dois uma só carne”. Gn.2:24c
Vemos que ser um só osso, uma só carne significa que o que dói em um dói também no outro. O que dá prazer a um, será prazeroso ao outro. Não é o ofuscar ou o aniquilar as personalidades, mas sim a junção de duas personalidades.
Realização: Ao tomarem-se um, poderão ter grandes realizações em comum: Alcançar os mesmos alvos -Possuir os mesmos bens - Caminhar o mesmo caminho físico e espiritual.
Preservação: Compete aos cônjuges preservar e fazer saudável e feliz esta unidade. IPe 3:7-9.
4. A Coluna da Intimidade Conjugal. “Ora um e o outro, o homem e a sua mulher estavam nus e não se envergonhavam”. Gn. 2: 25
Com o casamento, os cônjuges desenvolvem uma intimidade mais profunda no seu relacionamento. Esta intimidade deve se desempenhar cada dia em quatro pontos importantes:
Intimidade espiritual – “Levantando-se de madrugada, e adoraram perante o Senhor, e voltaram, e chegaram a sua casa, a Ramá” ISm l:19a.
Intimidade intelectual: “Instrui o sábio, e ele se fará mais sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento”. Pv. 9:9.
Intimidade emocional: 1Sm 1:8. Conhecer os sentimentos de dor e alegria do seu cônjuge e dar seu apoio independente das circunstâncias.
Intimidade física: 1Sm. 1:19b. Deve ser cultivada em todo tempo.
Estas colunas, sendo fortes, podem resistir às adversidades da vida conjugal e permanecerem firmes. “As muitas águas não podem apagar o amor e nem os rios afogá-lo”. Ct.8:7a
Para um casamento ser feliz é necessário ter boa comunicação, dialogar com respeito e amabilidade, compreender e valorizar o ponto de vista do outro.
Os pais não deveriam "viver para os seus filhos". Marido e mulher devem viver um para o outro, sob Deus. Devem manter e desenvolver interesses mútuos, ao lado de seus filhos, mantendo a alegria de estarem juntos, enquanto os filhos estiverem sendo criados e produzirão filhos felizes e um casamento que permanecerá, mesmo quando os filhos já tiverem ido viver suas próprias vidas.
Não dê oportunidade para o divórcio, mesmo nos seus mais secretos pensamentos. Assim, seu casamento terá uma melhor chance de sobreviver.

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